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Alcohol drinking patterns by gender, ethnicity, and social class in Bahia, Brazil; Determinantes sociais e padrões de consumo de álcool na Bahia, Brasil

Almeida-Filho, Naomar; Lessa, Ines; Magalhães, Lucélia; Araújo, Maria Jenny; Aquino, Estela; Kawachi, Ichiro; James, Sherman A

Revista de Saúde Pública; v. 38, n. 1 (2004); 45-54

Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública 2004-02-01

Acesso online

  • Título:
    Alcohol drinking patterns by gender, ethnicity, and social class in Bahia, Brazil; Determinantes sociais e padrões de consumo de álcool na Bahia, Brasil
  • Autor: Almeida-Filho, Naomar; Lessa, Ines; Magalhães, Lucélia; Araújo, Maria Jenny; Aquino, Estela; Kawachi, Ichiro; James, Sherman A
  • Assuntos: Alcohol Consumption; Alcoholism; High-Risk Drinking; Social Determinants; Gender; Ethnicity; Consumo De Álcool; Alcoolismo; Comportamento De Risco; Determinantes Sociais; Gênero; Etnicidade
  • É parte de: Revista de Saúde Pública; v. 38, n. 1 (2004); 45-54
  • Descrição: OBJECTIVE: To study patterns of alcohol consumption and prevalence of high-risk drinking. METHODS: A household survey was carried out in a sample of 2,302 adults in Salvador, Brazil. Cases of High-Risk Drinking (HRD) were defined as those subjects who referred daily or weekly binge drinking plus episodes of drunkenness and those who reported any use of alcoholic beverages but with frequent drunkenness (at least once a week). RESULTS: Fifty-six per cent of the sample acknowledged drinking alcoholic beverages. Overall consumption was significantly related with gender (male), marital status (single), migration (non-migrant), better educated (college level), and social class (upper). No significant differences were found regarding ethnicity, except for cachaça (Brazilian sugarcane liquor) and other distilled beverages. Overall 12-month prevalence of high-risk drinking was 7%, six times more prevalent among males than females (almost 13% compared to 2.4%). A positive association of HRD prevalence with education and social class was found. No overall relationship was found between ethnicity and HRD. Male gender and higher socioeconomic status were associated with increased odds of HRD. Two-way stratified analyses yielded consistent gender effects throughout all strata of independent variables. CONCLUSIONS: The findings suggest that social and cultural elements determine local patterns of alcohol-drinking behavior. Additional research on long-term and differential effects of gender, ethnicity, and social class on alcohol use and misuse is needed in order to explain their role as sources of social health inequities.
    OBJETIVOS: Investigar padrões de consumo de álcool e prevalência de consumo de alto risco. MÉTODOS: Inquérito domiciliar realizado no município de Salvador, Bahia, com amostra de 2.302 adultos. Casos de consumo de alto risco foram definidos como sujeitos que referiram uso diário ou semanal mais episódios de embriaguez, além daqueles que informaram qualquer uso de bebidas alcoólicas com embriaguez freqüente (pelo menos uma vez por semana). RESULTADOS: Cinqüenta e seis por cento da amostra referiram consumo atual de bebidas alcoólicas. Consumo global estava significantemente associado a gênero (homens), estado civil (solteiros), migração (não-migrantes), educação (nível superior) e classe social (alta). Nenhuma diferença significante foi encontrada com relação a etnicidade, com exceção de cachaça e outras bebidas destiladas. A prevalência anual de consumo de alto risco foi 7%, seis vezes mais prevalente entre homens que entre mulheres (quase 13% comparado a 2,4%). Foi encontrada uma associação positiva de prevalência de consumo de alto risco com educação e classe social. Nenhuma relação global foi encontrada entre etnicidade e consumo de alto risco. Gênero masculino e níveis socioeconômicos mais altos foram associados ao aumento de consumo de alto risco. Análises estratificadas revelaram um efeito consistente de gênero, através de todos os estratos de variáveis independentes. CONCLUSÕES: Os resultados sugerem que elementos sociais e culturais determinam padrões locais de consumo de bebidas alcoólicas. Pesquisas adicionais sobre efeitos de longo prazo de etnicidade, classe social e gênero sobre consumo de álcool são necessárias, visando a explicar o seu papel como fontes de desigualdades sociais em saúde.
  • DOI: 10.1590/S0034-89102004000100007
  • Títulos relacionados: https://www.revistas.usp.br/rsp/article/view/31678/33564
  • Editor: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
  • Data de publicação: 2004-02-01
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Inglês

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