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É Necessário Personalizar a Avaliação da Função Renal na Estratificação de Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca?

Camila P. S. Arthur Omar A. V Mejia; Diogo Osternack; Marcelo Arruda Nakazone; Maxim Goncharov; Luiz A. F Lisboa; Luís A. O Dallan; Pablo M. A Pomerantzeff; Fabio B Jatene

Arquivos Brasileiros de Cardiologia São Paulo v. 109, n. 4, p. 290-298, 2017

São Paulo 2017

Localização: FM - Fac. Medicina    (BCBIB )(Acessar)

  • Título:
    É Necessário Personalizar a Avaliação da Função Renal na Estratificação de Pacientes Submetidos à Cirurgia Cardíaca?
  • Autor: Camila P. S. Arthur
  • Omar A. V Mejia; Diogo Osternack; Marcelo Arruda Nakazone; Maxim Goncharov; Luiz A. F Lisboa; Luís A. O Dallan; Pablo M. A Pomerantzeff; Fabio B Jatene
  • Assuntos: INSUFICIÊNCIA RENAL -- PREVENÇÃO E CONTROLE; REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA; MORTALIDADE HOSPITALAR; FATORES DE RISCO; INDICADORES DE MORBI-MORTALIDADE
  • É parte de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia São Paulo v. 109, n. 4, p. 290-298, 2017
  • Descrição: Fundamentos: Disfunção renal é preditor independente de morbimortalidade após cirurgia cardíaca. Para uma melhor avaliação da função renal, o cálculo do clearance de creatinina (CC) pode ser necessário. Objetivo: Avaliar objetivamente se o CC é melhor que a creatinina sérica (CS) para predizer risco nos pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Métodos: Análise em 3285 pacientes do Registro Paulista de Cirurgia Cardiovascular (REPLICCAR) incluídos de forma prospectiva, consecutiva e mandatória entre novembro de 2013 e janeiro de 2015. Foram obtidos valores de CS, CC (Cockcroft-Gault) e do EuroSCORE II. Análise de associações da CS e do CC com morbimortalidade foi realizada mediante testes de calibração e discriminação. Por regressão logística múltipla, foram criados modelos multivariados independentes com CS e com CC para predição de risco de morbimortalidade após cirurgia cardíaca. Resultados: Apesar da associação entre a CS e morbimortalidade, essa não calibrou adequadamente os grupos de risco. Houve associação entre o CC e morbimortalidade com boa calibração dos grupos de risco. Na predição do risco de mortalidade, a CS ficou descalibrada com valores >1,35 mg/dL (p < 0,001). A curva ROC revelou que o CC é superior à CS na predição de risco de morbimortalidade. No modelo multivariado sem CC, a CS foi a única preditora de morbidade, enquanto que no modelo sem a CS, o CC foi preditor de mortalidade e o único preditor de morbidade. Conclusão: Para avaliação da função renal, o CC é superior que a CS na estratificação de risco dos pacientes submetidos a cirurgia cardíaca
  • Editor: São Paulo
  • Data de publicação: 2017
  • Formato: p. 290-298.
  • Idioma: Português

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