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Arqueologia na região dos interflúvios Xingu-Tocantins: a ocupação tupi no Cateté.

Garcia, Lorena Luana Wanessa Gomes

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Museu de Arqueologia e Etnologia 2012-03-07

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Arqueologia na região dos interflúvios Xingu-Tocantins: a ocupação tupi no Cateté.
  • Autor: Garcia, Lorena Luana Wanessa Gomes
  • Orientador: Silva, Fabiola Andrea
  • Assuntos: História Indígena; Arqueologia Amazônica; Cerâmica; Estilo Tecnológico; Fases Itacaiunas E Carapanã; Interflúvios Xingu-Araguaia-Tocantins; Technological Style; Pottery; Itacaiúnas Phase; Indigenous History; Amazon Archeology; Carapanã Phase; Araguaia And Tocantins Rivers; Watershed Of Xingu
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Descrição: A região do rio Cateté, situada nos interflúvios Xingu-Araguaia-Tocantins, possui um longo histórico de ocupação indígena, registrado através dos sítios arqueológicos datados de 190 d.C com cerâmica associada às tradições Borda Incisa/Barrancoide - relacionadas à expansão dos povos Aruak -, e também através do estabelecimento de grupos Kaiapó, povos de língua Jê, que ocupam a região desde o século XIX. No longo intervalo temporal que distancia essas sociedades, registram-se, nessa mesma região, ocupações Tupi que datam de 280 d.C. até ao final do século XIX. Parte desse quadro é sustentado pelos resultados do estudo da variabilidade formal da cerâmica dos sítios arqueológicos Mutuca e Ourilândia 2 e pela revisão das fases arqueológicas regionais - fases Itacaiunas e Carapanã. A cerâmica relacionada à ocupação Tupi, no sítio Mutuca, é contextualizada regionalmente dentro da fase Itacaiunas. Para a fase Carapanã, propõe-se uma reformulação, em que essa fase passa a ser uma variação espaço-temporal das tradições Borda Incisa/Barrancoide, identificada localmente no sítio Ourilândia 2 e nos registros de ocupação mais antiga no sítio Mutuca. Essa reformulação sustenta a hipótese de que há correspondência entre o estilo tecnológico da cerâmica das fases Carapanã (médio Xingu e Itacaiúnas) e Ipavu (alto Xingu), ambas vinculadas às mesmas tradições arqueológicas. De acordo com essa hipótese, a fase Carapanã representaria os primeiros registros das ocupações dos ancestrais dos povos Aruak do sul da Amazônia os quais começariam a se estabelecer na região do Alto Xingu por volta de 800 d.C.
  • DOI: 10.11606/D.71.2012.tde-16052012-143440
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Museu de Arqueologia e Etnologia
  • Data de publicação: 2012-03-07
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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