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Aspectos neuroimunes de camundongos tratados com morfina.

Costa, Elaine Cristina Rodrigues Da

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas 2010-06-17

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Aspectos neuroimunes de camundongos tratados com morfina.
  • Autor: Costa, Elaine Cristina Rodrigues Da
  • Orientador: Felicio, Luciano Freitas
  • Assuntos: Alcalóides; Neuroquímica De Animal; Neuroimunomodulação; Morfina; Tumor; Macrófagos; Corticosterona; Comportamento Animal; Camundongos; Corticosterone; Tumor; Alkaloids; Animal Behaviour; Neuroimmunomodulation; Neurochemistry Of Animal; Morphine; Macrophages; Mice
  • Notas: Tese (Doutorado)
  • Descrição: Injeções repetidas de psicoestimulantes e/ou compostos opióides desencadeiam respostas comportamentais, bioquímicas, endócrinas e celulares diferentes daquelas induzidas pela exposição aguda. Em particular, a morfina, considerada como o protótipo do estimulante opioidérgico, tem despertado grande interesse devido a seus efeitos múltiplos. Assim, no presente estudo avaliaram-se as consequências dos tratamentos agudo e repetido com morfina (20mg/kg) em camundongos sobre os seguintes aspectos: atividade geral; níveis séricos de corticosterona; concentrações corticais, estriatais e hipotalâmicas de noradrenalina, dopamina e serotonina, de seus metabólitos e as taxas de renovação destes neurotransmissores; atividade funcional ex vivo de neutrófilos sanguíneos e de macrófagos peritoneais, sendo estes desafios realizados in vivo com diferentes estímulos imunológicos, infecciosos ou não; crescimento tumoral e a sobrevida de camundongos portadores de um tumor ascítico de Ehrlich. Os resultados obtidos mostraram que os tratamentos agudo e repetido com morfina modulam diferentemente as repostas comportamental e neuroendócrina, dependendo do tempo de observação pós-desafio. Portanto, conclui-se que camundongos tratados repetidamente com morfina (20mg/kg) apresentam alterações comportamentais e neuroendócrinas que, no entanto, não foram acompanhadas por diferenças nas avaliações de atividade imune inata.
  • DOI: 10.11606/T.42.2010.tde-06082010-134631
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Instituto de Ciências Biomédicas
  • Data de publicação: 2010-06-17
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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