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Práticas funerárias de grupos de línguas tupi-guarani: análise de contextos das regiões do Paranapanema e Alto Paraná

Cristante, Mariana Alves Pereira

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Museu de Arqueologia e Etnologia 2017-12-07

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Práticas funerárias de grupos de línguas tupi-guarani: análise de contextos das regiões do Paranapanema e Alto Paraná
  • Autor: Cristante, Mariana Alves Pereira
  • Orientador: Afonso, Marisa Coutinho
  • Assuntos: Cerâmica; Contextos Funerários; Grupos Tupinambá E Guarani; Remanescentes Humanos; Funerary Contexts; Human Remains; Pottery; Tupinambá And Guarani Groups
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Notas Locais: Programa de Pós-Graduação em Arqueologia
  • Descrição: O objetivo dessa dissertação é entender quais são e como se dão os padrões de variabilidade de contextos funerários dos grupos Guarani e Tupinambá, com foco na região da bacia dos rios Paranapanema e alto Paraná. Para tal, fizemos um levantamento bibliográfico de sítios com contextos funerários, escavados por diversos arqueólogos e arqueólogas, que se localizam nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. Desses sítios, escolhemos aqueles que possuíam mais informação e material disponível para análise como a base para nossas considerações. Analisamos material cerâmico e remanescentes humanos, e fizemos um levantamento de práticas funerárias de grupos Tupinambá e diversos grupos Guarani a partir de fontes etnohistóricas. Os dados analisados demonstram que a variabilidade das práticas funerárias desses grupos é constituída por continuidades e descontinuidades, elementos básicos que se repetem e elementos que se distinguem. Esses elementos estão presentes na cerâmica, na espacialidade funerária, e conversam com padrões de assentamento. Eles mostram como grupos Guarani e Tupinambá ocuparam áreas ao longo do Paranapanema e afluentes, formando diferentes ocupações que por vezes podem ter existido em um período próximo, no qual esses dois grupos - ou ao menos pessoas que faziam cerâmicas desses dois tipos - podem ter convivido.
  • DOI: 10.11606/D.71.2018.tde-01022018-103618
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Museu de Arqueologia e Etnologia
  • Data de publicação: 2017-12-07
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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