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Feminist Contributions to Studies on Women's Imprisonment/Contribuicoes feministas para os estudos acerca do aprisionamento de mulheres

de Carvalho, Daniela Tiffany Prado ; Mayorga, Claudia

Revista Estudo Feministas, 2017, Vol.25(1), p.99(18) [Periódico revisado por pares]

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Citações Citado por
  • Título:
    Feminist Contributions to Studies on Women's Imprisonment/Contribuicoes feministas para os estudos acerca do aprisionamento de mulheres
  • Autor: de Carvalho, Daniela Tiffany Prado ; Mayorga, Claudia
  • Assuntos: Women'S Studies
  • É parte de: Revista Estudo Feministas, 2017, Vol.25(1), p.99(18)
  • Descrição: Despite representing less than 10% of the prison population, there is a significant increase in the number of women prisoners in Minas Gerais. While in 2003 we had 238 women arrested, by the end of 2013 we already accounted more than 2,805 women in custody in Minas' chains, prisons and penitentiaries. However, the imprisonment of women and their participation in criminal acts are still recurrently analyzed from the perspective of exoticism, as if this link was 'unnatural' for female representatives, with explanations ranging from economism and morality, where the financial situation, loving partnership, exacerbated sexuality, lack of character and / or wickedness appear as the predominant explanation for women's involvement in crime. As we go back in the history of punishments under the lens of feminist theories, we enter in a restricted and very traditional field of studies, emphasizing the importance of analyzing the women's prisons from the prisoners' experiences, seeking to understand and question the selectivity and control requirements that characterize our penal system, forging naturalization and covering sociohistorical processes that contribute to the capture of certain women and condemn them to deprivation of liberty. Key words: Women; Feminist Theory; Prison System Apesar de representar menos de 10% da populacao prisional, observa-se um aumento significativo no numero de mulheres presas em Minas Gerais. Enquanto, em 2003, contavamos 238 presas, no fim de 2013, ja contabilizavamos mais de 2.805 mulheres custodiadas em cadeias, presidios e penitenciarias mineiras. Entretanto, o aprisionamento de mulheres e a participacao dessas em atos criminais ainda sao recorrentemente analisadas pelo vies do exotismo, como se essa vinculacao fosse 'antinatural' para as representantes do sexo feminino, carecendo de explicacoes que vao do economicismo a moralidade, onde a condicao financeira, a parceria amorosa, a sexualidade exacerbada, a falta de carater e/ou a perversidade aparecem como as explicacoes predominantes para o envolvimento das mulheres com a criminalidade. Ao nos remetermos a historia das punicoes sob as lentes das teorias feministas, buscamos adentrar um campo de estudos restrito e muito tradicional, ressaltando a importancia de analisarmos as instituicoes prisionais para mulheres a partir das experiencias das presas, buscando compreender e questionar os imperativos de seletividade e controle que caracterizam o nosso sistema penal, os quais forjam naturalizacoes e encobrem processos socio-historicos que contribuem para a captura de determinadas mulheres e as condenam a privacao da liberdade. Palavras-chave: Mulheres; Teoria Feminista; Sistema Prisional
  • Idioma: Espanhol

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