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From artisan to entrepreneur: the refraiming of craft work as a strategy for reproduction of unequal power relations/De artesao a empreendedor: a ressignificacao do trabalho artesanal como estrategia para a reproducao de relacoes desiguais de poder/De artesano a emprendedor: la ressignificacion del trabajo artesanal como estrategia para la reproduccion de relaciones desiguales de poder.(texto en portugues)(Ensayo)

Marquesan, Fabio Freitas Schilling ; De Figueiredo, Marina Dantas

Revista de Administracao Mackenzie, 2014, Vol.15(6), p.76(22) [Periódico revisado por pares]

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  • Título:
    From artisan to entrepreneur: the refraiming of craft work as a strategy for reproduction of unequal power relations/De artesao a empreendedor: a ressignificacao do trabalho artesanal como estrategia para a reproducao de relacoes desiguais de poder/De artesano a emprendedor: la ressignificacion del trabajo artesanal como estrategia para la reproduccion de relaciones desiguales de poder.(texto en portugues)(Ensayo)
  • Autor: Marquesan, Fabio Freitas Schilling ; De Figueiredo, Marina Dantas
  • Assuntos: Management ; Artesanía ; Consumo ; Empresarización ; Empreendedorismo ; Desigualdad ; Artesanato ; Consumo ; Empresarização ; Empreendedorismo ; Desigualdade ; Craft ; Comsumption ; Enterprisation ; Entrepreneurship ; Inequality
  • É parte de: Revista de Administracao Mackenzie, 2014, Vol.15(6), p.76(22)
  • Descrição: At the beginning of the twenty-first century, an activity as old as the craft has been the target of economic incentives from the state and non-governmental organizations (NGOs) operating in Brazil. Intervention actions taken by organizations like the Brazilian Service of Support for Micro and Small Enterprises (Sebrae), aims to transform the Brazilian handicraft production in a generating activity of employment and income, linked to the international consumer circuits and/or tourist activity. In examining the proposals that underlie such interventions, is notorious the speech re-framing craft and artisan identity, through the enhancement of entrepreneurial action and the emphasis on management and on the urgent need to impose to the craftsmanship standards of competitiveness inherent in the capitalist economy. But the new entrepreneurs-artisans have in the redefinition of its activity the appearance of a social integration that fails to materialize itself. Because of the intervention processes that have re-framed the Brazilian handicraft production, we observe certain loss of material and symbolic traits that are peculiar to the craft production, culminating in the naturalization of the entrepreneurial ideology as a model for the configuration of the craft. In this context, what happens is the mere incorporation of more and more people entangled in the world-system that feeds the matrix of the modern/colonial capitalist power. And this process, which emphasizes enterprisation of crafts, trivializes as much as it reproduces the idea of development as a synonym for expansion of consumption capacity. The logic behind this ideology is the notion that the proclaimed freedom that would be inherent in the neoliberal policy lies in the potential of the consumer individual. A commoditization of craft closes a cycle that ultimately remove the autonomy of the craftsman, removes it from an emancipatory perspective and reproduces a situation of dependence in which there is no prospect of change. Social inclusion is a euphemism for the incorporation of new consumers in the mass market. KEYWORDS Craft. Comsumption. Enterprisation. Entrepreneurship. Inequality. No despontar do seculo XXI, uma atividade tao antiga quanto o artesanato tem sido alvo de incentivos economicos por parte do Estado e de organizacoes nao governamentais (ONGs) que atuam no Brasil. Intervencoes realizadas por organizacoes como o Servico Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) tem por objetivo transformar a producao artesanal brasileira em uma grande geradora de emprego e renda, atrelada aos circuitos de consumo internacional e/ou a atividade turistica. No exame das propostas que fundamentam intervencoes desse tipo, e notorio o discurso da ressignificacao do artesanato e da identidade do artesao por meio do enaltecimento da acao empreendedora e da enfase sobre a gestao e a necessidade premente de impor ao trabalho artesanal os padroes de competitividade inerentes a economia capitalista. Mas os novos empreendedores-artesaos tem, na ressignificacao da sua atividade, a aparencia de uma insercao social que nao chega a se concretizar. Em virtude dos processos de intervencao que tem ressignificado a producao artesanal brasileira, observa-se certo prejuizo das caracteristicas materiais e dos tracos simbolicos que sao peculiares ao artesanato, culminando com a naturalizacao da ideologia gerencialista como modelo para a reconfiguracao do artesanato. Nesse quadro, o que ocorre de fato e a incorporacao de cada vez mais pessoas no sistema-mundo que alimenta a matriz de poder capitalista moderno/colonial. E tal processo, que privilegia a empresarizacao do artesanato, tanto banaliza quanto reproduz a ideia de desenvolvimento como sinonimo de ampliacao da capacidade de consumo. A logica subjacente a essa ideologia esta na concepcao de que a proclamada liberdade que seria inerente a politica neoliberal reside no potencial de consumo individual. A comoditizacao do artesanato fecha um ciclo que acaba por retirar autonomia do artesao, afasta-o de uma perspectiva emancipatoria e reproduz uma situacao de dependencia em que nao ha perspectivas de transformacao. "Inclusao social", no caso em apreciacao, e um eufemismo para a incorporacao de novos consumidores no mercado de massa. PALAVRAS-CHAVE Artesanato. Consumo. Empresarizacao. Empreendedorismo. Desigualdade. En los albores del siglo XXI, una actividad tan antigua como la artesania ha sido el objetivo de los incentivos economicos del Estado y de las organizaciones no gubernamentales (ONGs) que operan en Brasil. Medidas de intervencion adoptadas por organizaciones como el Servicio Brasileno de Apoyo a las Micro y Pequenas Empresas (Sebrae), tiene como objetivo transformar la produccion de artesania brasilena en una actividad generadora de empleo e ingresos, vinculados a los circuitos internacionales de consumo y/o actividad turistica. Al examinar las propuestas que subyacen a este tipo de intervenciones, es notorio un discurso que ressignifica la artesania y la identidad artesanal, a traves incentivo de la accion empreendedora y el enfasis en la gestion y en la urgente necesidad de imponer los estandares de la artesania de la competitividad inherente a la economia capitalista. Pero los nuevos artesanos-empreendedores tienen en la redefinicion de su actividad la aparicion de una integracion social que no se materializa. Debido a que los procesos de intervencion que se han replanteado la produccion artesanal de Brasil, se observa cierta perdida de rasgos materiales y simbolicos que son peculiares a las caracteristicas artesanales, que culmino con la naturalizacion de la ideologia del empreendedorismo como un modelo para la configuracion de la artesania. En este contexto, lo que ocurre es la mera incorporacion de mas y mas personas atrapadas en el sistema-mundo que alimenta la matriz del poder capitalista moderno/colonial. Y este proceso, que hace hincapie en la empresarizacion de la artesania, tanto trivializa como opera la idea del desarrollo como sinonimo de expansion de la capacidad de consumo. La logica detras de esta ideologia es la idea de que la proclamada libertad que seria inherente a la politica neoliberal esta radicada en el potencial consumo individual. La mercantilizacion cierra un ciclo que en ultima instancia, eliminar la autonomia del artesano, lo elimina de una perspectiva emancipadora y reproduce una situacion de dependencia en la que no hay perspectivas de cambio. La inclusion social es un eufemismo para la incorporacion de nuevos consumidores en el mercado de masas. PALABRAS CLAVE Artesania. Consumo. Empresarizacion. Empreendedorismo. Desigualdad.
  • Idioma: Inglês

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