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Memory and past social formalization in organizations/Memoria e formalizacao social do passado nas organizacoes

Da Costa, Alessandra de Sa Mello ; Saraiva, Luiz Alex Silva

Revista de Administracao Publica-RAP, 2011, Vol.45(6), p.1761(20) [Periódico revisado por pares]

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  • Título:
    Memory and past social formalization in organizations/Memoria e formalizacao social do passado nas organizacoes
  • Autor: Da Costa, Alessandra de Sa Mello ; Saraiva, Luiz Alex Silva
  • É parte de: Revista de Administracao Publica-RAP, 2011, Vol.45(6), p.1761(20)
  • Descrição: In this paper we deal with a critical discussion about memory and its place at organizational studies, more specifically in business history. To think about memory allows thinking the idea of any dialogue about past and present be neutral, once expresses a value attribute system. Memory makes possible a world (re)elaboration, changing and supporting existing realities. In this sense, as Ricoeur (2007) argue, the excess or lack of memory (and interest about it) represent something. To discuss memory appropriation by companies implies a rescue of a historical perspective and also a critics about managers' option about what to remember--and what to forget. It isn't neutral, thus, rescue of business past: this process follows a wider and deeper intention than just to illustrate chronologically past happenings. It refers to the legitimacy of some actors do define, unilaterally, what must be remembered in that context, directing to organizational studies the job of widening the comprehension of organizational dynamics, allowing the telling of other histories by that ones who have voices and haven't shown them. KEY WORDS: organizational memory; business history; past social formalization. O objetivo deste artigo e iniciar uma discussao critica acerca da memoria e seu lugar nos estudos organizacionais, mais especificamente no que diz respeito a historia empresarial. Pensar o tema memoria permite refletir sobre a ideia de que nenhum dialogo acerca do passado e do presente e neutro, uma vez que exprime um sistema de atribuicoes de valores. Isto significa que a memoria torna possivel uma (re)elaboracao do mundo, transformando e sustentando realidades existentes, e e nesse sentido que, como sustenta Ricoeur (2007), tanto o excesso quanto a escassez de memoria (e o interesse por ela) representam algo. Discutir a apropriacao da memoria pelas empresas significa resgatar a perspectiva historica e problematizar a opcao dos gestores das organizacoes a respeito do que lembrar--e do que esquecer. Nao e neutro, assim, o resgate do passado empresarial: esse processo se submete a uma intencao maior e mais profunda do que a mera ilustracao cronologica de acontecimentos anteriores. Diz respeito, em ultima instancia, a legitimidade de alguns atores para definir, de forma unilateral, o que deve ser lembrado naquele contexto, enderecando aos estudos organizacionais a tarefa de ampliar a compreensao da dinamica das organizacoes, permitindo aos que tem voz e pouco podem manifesta-la que contem outras historias. PALAVRAS-CHAVE: memoria organizacional; historia empresarial; formalizacao social do passado.
  • Idioma: Português

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