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Atividade antiviral do Maraviroque e participação do receptor de quimiocina CCR5 na infecção de células mononucleares humanas pelo vírus da dengue 2

Letícia Batista Pinto Benedito Antônio Lopes da Fonseca; Flávio Lauretti

2013

Localização: FFCLRP - Fac. Fil. Ciên. Let. de R. Preto    (Pinto, Letícia Batista )(Acessar)

  • Título:
    Atividade antiviral do Maraviroque e participação do receptor de quimiocina CCR5 na infecção de células mononucleares humanas pelo vírus da dengue 2
  • Autor: Letícia Batista Pinto
  • Benedito Antônio Lopes da Fonseca; Flávio Lauretti
  • Assuntos: DENGUE; RECEPTORES; ANTICORPOS
  • Notas: Trabalho de Conclusão de Curso de (TCC) apresentado ao Departamento de Biologia, Curso de Ciências Biológicas da FFCLRP-USP
  • Descrição: A dengue é uma arbovirose humana, febril e aguda, causada pela infecção por um dos quatro sorotipos de dengue vírus (DENV 1 a 4). É transmitida ao homem por mosquitos do gênero Aedes, e é considerada a mais importante arbovirose humana, tanto em termos de morbidade como mortalidade. Os vírus da dengue pertencem à família Flaviviridae, e são dotados de um genoma de RNA de fita simples, revestido por um capsídeo proteico envolto num envelope lipídico. Em trabalhos recentes tem sido observado que os vírus DENV diminuem a carga viral do HIV em pacientes co-infectados, o que está associado a uma redução da replicação do vírus HIV, levando a uma melhor sobrevivência de pacientes infectados por dengue. Como há diminuição da viremia do HIV em pacientes co-infectados por dengue pode-se especular que o CCR5 (receptor de quimiocina cisteína-cisteína tipo 5), que é importante para a infecção do vírus HIV tenha participação na infecção por dengue, já que, interferências cruzadas sugerem uma via comum de infecção. Apesar de vários receptores para os vírus DENV já terem sido elucidados, ainda não foi verificado se o CCR5 é um deles. Desta forma objetivamos determinar a possível atividade antiviral do inibidor de CCR5 maraviroque (MRv) contra o vírus dengue 2 e, com isso, a participação do receptor de quimiocina CCR5 na infecção de células de linhagem monocíticas, derivadas de linfoma histiocítico humano (U937). Para isto a citotoxicidade do MrV foi determinada pelo ensaio da atividade da desidrogenase mitocondrial com 3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-difenil brometo de tetrazólio (MTT, Acros Arganics, USA), chegando-se a CC50 (concentração que reduz a viabilidade das células em 50%) de 0,7 mg/ml. Além disto, construímos uma curva de crescimento das células U937 infectadas pelos vírus DENV-2, em que o pico de liberação de vírus no sobrenadante é no segundo dia (Continua)
    (Continuação) pós-infecção. Por último, realizamos um ensaio de tempo de adição da droga, testando as concentrações de 0,2, 0,4, 0,6 e 0,8 mg/ml da droga em diferentes tempos. Nossos resultados indicam que houve uma redução estatisticamente significativa da quantidade de cópias de RNA viral nas diferentes concentrações de MvR (0,2, 0,4, 0,6 e 0,8 mg/ml), porém estes resultados devem ser confirmados por repetição desta metodologia e realização de um ensaio de neutralização do receptor CCR5 com anticorpos anti-CCR5
  • Data de publicação: 2013
  • Formato: 1 CD-ROM.
  • Idioma: Português

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