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A relação entre os indicadores tradicionais de análise demonstrações financeiras e os indicadores da DFC

Fábio Amâncio Lázaro Marcelo Botelho da Costa Moraes

2012

Localização: FEARP - Fac. Econ. Adm. Cont. de R. Preto    (Lázaro, Fábio Amâncio )(Acessar)

  • Título:
    A relação entre os indicadores tradicionais de análise demonstrações financeiras e os indicadores da DFC
  • Autor: Fábio Amâncio Lázaro
  • Marcelo Botelho da Costa Moraes
  • Assuntos: CONTABILIDADE FINANCEIRA; DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA; FLUXO DE CAIXA
  • Notas: Trabalho de Conclusão de Curso de (TCC) apresentado ao Departamento de Contabilidade, Curso de Ciências Contábeis da FEARP-USP
  • Descrição: Este trabalho abordou a análise dos indicadores tradicionais das demonstrações financeiras e os indicadores da DFC com o intuito de testar a relação entre esses indicadores. Para tanto, utilizou-se da Regressão Linear Múltipla para evidenciar a correlação, o valor R2 ajustado e o valor P para testar a previsão da variável resposta. O software estatístico utilizado foi o Gretl. A amostra objeto do estudo compreendeu os dados de 30 empresas do segmento de energia elétrica, relativos aos anos de 2009 a 2011. Esses dados foram separados em 27 indicadores tradicionais e 4 indicadores da DFC. Este trabalho tratou de aspectos conceituais e objetivos da Análise de Demonstrações Financeiras e seus indicadores tradicionais, bem como, conceitos e indicadores da DFC. O objetivo geral do estudo buscou medir o potencial dos indicadores da DFC em proporcionar uma análise semelhante a existente no BP e DRE. Para isso, o estudo quanto aos objetivos foi classificado como uma pesquisa descritiva, quanto aos procedimentos, pesquisa bibliográfica, e quanto à abordagem, pesquisa quantitativa. Os resultados mostraram que as informações da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) proporcionam uma análise diferente daquelas existentes no Balanço Patrimonial (BP) e na Demonstração de Resultado (DRE). Pois, no período de 2009 apenas duas variáveis independentes passaram no teste de significância para incluí-las na equação de regressão 1. Com o teste do valor P para testar essa equação, concluiu-se que a equação era eficaz para previsões, mas seu R2 ajustado não passou de 20%, indicando pouco grau de explicação. Ademais, as outras equações não foram usadas para previsões devido à falta de correlação entre as variáveis independentes e a dependente. No ano de 2010, foram feito os testes apenas na equação de regressão 2, mas feito o teste de hipótese concluiu-se que a equação não é eficaz para previsões, e seu R2 ajustado mostrou
    que a variação do indicador da DFC não pode ser explicada pelos indicadores tradicionais. Já em 2011 não ocorreu nenhuma correlação entre os indicadores tradicionais de análise de demonstrações financeira e os indicadores da DFC
  • Data de publicação: 2012
  • Formato: 1 CD-ROM.
  • Idioma: Português

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