skip to main content

Paisagem urbana da cidade de São Paulo: uma poética da garoa sob o olhar de Mário de Andrade

Amaral, Tânia Cristina

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas 2017-09-04

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Paisagem urbana da cidade de São Paulo: uma poética da garoa sob o olhar de Mário de Andrade
  • Autor: Amaral, Tânia Cristina
  • Orientador: Suzuki, Julio Cesar
  • Assuntos: Modernismo; Garoa; São Paulo; Mário De Andrade; Paisagem Urbana; São Paulo; Drizzle; Modernism; Mário De Andrade; Urban Landscape
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Notas Locais: Versão corrigida
  • Descrição: A presente dissertação tem como objetivo, analisar e inserir-se no dialogismo entre importantes transformações literárias, sociais e urbanísticas que modificaram a paisagem urbana da cidade de São Paulo e que marcaram as primeiras décadas do século XX. Sob o olhar lírico de Mário de Andrade, desde a publicação de Pauliceia desvairada até sua morte e a pós-publicação de Lira paulistana, que influencia o nascimento da poesia moderna na cidade de São Paulo. A garoa aparece como protagonista desse diálogo entre a Geografia e a Literatura, revelada nas imagens poéticas da cidade pelo poeta. Essa característica tão peculiar da cidade mereceu a criação de textos e poesias por parte de vários poetas que chamavam a cidade de São Paulo, terra da garoa. Mário de Andrade, o poeta modernista, arlequinal e lírico, engajado nas vanguardas europeias por meio da literatura e, junto a outros importantes nomes de veios artísticos, inaugura a revolução na arte do Brasil com a Semana de Arte Moderna em fevereiro de 1922, na cidade de São Paulo. Na ocasião, o poeta faz a leitura do poema Inspiração, de Pauliceia desvairada. Está fundado o Desvairismo, em suas palavras. Esta pesquisa debruça-se nos estudos da representação da cidade de São Paulo no viés poético e geográfico, quando correlaciona a vida e morte do poeta ao processo de urbanização da cidade de São Paulo, no findar do século XIX até o segundo quartel do século XX. Esse contexto é revelado por intermédio dos poemas que perpetuam o amor visceral entre a cidade e Mário, o qual a elege como tema principal. As cortinas se abrem e, segundo o olhar imagético do poeta, a leitura sobre o arranjo espacial da cidade é concluída.
  • DOI: 10.11606/D.8.2018.tde-08052018-103445
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
  • Data de publicação: 2017-09-04
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

Buscando em bases de dados remotas. Favor aguardar.