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Resposta da Plataforma Continental de São Paulo ao vento sinótico: estudos numéricos

Nascimento, Rafaela Farias Do

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Instituto Oceanográfico 2017-09-15

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Resposta da Plataforma Continental de São Paulo ao vento sinótico: estudos numéricos
  • Autor: Nascimento, Rafaela Farias Do
  • Orientador: Dottori, Marcelo
  • Assuntos: Vento Sinótico; Modelagem Numérica; Vento Remoto; Ondas De Plataforma Continental; Pcse; Pcsp; Synoptic Wind; Spcs; Sbb; Remote Wind; Numerical Modeling; Continental Shelf Waves
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Notas Locais: Oceanografia Física
  • Descrição: Com o intuito de estudar a resposta da Plataforma Continental Sudeste, e particularmente na Plataforma Continental de São Paulo (PCSP), aos ventos sinóticos, foram realizadas simulações numéricas através do modelo sECOM. As simulações prognósticas consideraram campos estratificados de temperatura e salinidade. Como forçante externa, foi introduzido o cisalhamento do vento de nordeste, típicos do centro de Alta Pressão do Atlântico Sul, e ventos sinóticos de sudoeste de um sistema frontal de baixa pressão (frente fria). Os resultados obtidos com a forçante vento atuando apenas no sul da PCSE mostraram que os ventos remotos são capazes de excitar perturbações do nível do mar sob a forma de Ondas de Plataforma Continental (OPC), principalmente na PCI e na PCM da PCSP. A velocidade de propagação da OPC foi entre 9.2 e 10.2 ms -¹ na região sul da PCSE. Na região norte, com maior variabilidade, os valores foram entre 2.4 e 5.0 ms -¹. O vento remoto de sudoeste foi capaz de inverter o sentido da corrente superficial de nordeste para sudoeste e, após a inversão, a corrente apresentou oscilação natural com período de 30 horas nas regiões próximas da atuação do vento. Nos experimentos com o vento atuando em toda a plataforma, as correlações do nível do mar entre as radiais de estudo foram máximas na PCI e na PCM da região sul da PCSE, com OPCs se propagando a 15.3 ms -¹. Na região norte, as OPCs apresentatam velocidades de 3.6 a 7.2 ms -¹, dependendo da velocidade das frentes frias. As simulações ainda revelaram ressonância da corrente superficial associada com a velocidade de propagação dos sistemas frontais, com correntes na região de Cananéia se amplificando com frentes se deslocando a 11.4 ms -¹. A região de Santos e Ubatuba apresentou corrente máxima com frentes se propagando a 9.5 ms -¹. As correntes superficiais geradas nas simulações de vento em toda a plataforma também apresentaram oscilações inerciais na PCM e PCE da PCSE, após a inversão dos ventos.
  • DOI: 10.11606/D.21.2018.tde-27032018-160314
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Instituto Oceanográfico
  • Data de publicação: 2017-09-15
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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